Intel planeja lançar processadores Xeon de baixo consumo para micro-servidores

0

Intel planeja lançar uma linha de processadores Xeon de baixo consumo de energia até o fim desse trimestre que será a primeira construída com processo de fabricação de 22 nm com transistores 3D. Segundo oTechPowerUp, é muito provável que estes chips sejam desenvolvidos no pacote LGA1155, no entanto, a Intel está lançando apenas variantes de baixo consumo, o que garante que a performance do segmento da família Xeon E3-1200 não precisará alcançar os números dos Ivy Bridge de 22nm por enquanto.

Assine a tag intel para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados

Com o advento dos “micro-servidores”, que são de baixa potência mesmo em  data-centers de alta densidade, a arquitetura ARM do processador está avançando para o mercado de computação empresarial. A resposta da Intel foi produzir o “Centerton”,  chip de 64-bit que terá dois núcleos Atom e irá consumir apenas 6 watts de energia. O processador deve ser lançado no segundo semestre desse ano.

Facebook compra 750 patentes da IBM para se defender da Yahoo

0

O Facebook adquiriu centenas de patentes da International Business Machines Corp, conhecida popularmente pela sigla IBM, dizem fontes da Reuters. A rede social está fazendo a compra das licenças em um esforço para reforçar o seu portfólio de propriedade intelectual, após a Yahoo mover uma ação judicial contra a companhia.

As 750 patentes da IBM cobrem uma ampla variedade de tecnologias como software e redes, segundo uma pessoa próxima ao assunto. Um porta-voz do Facebook disse que a empresa não irá fazer nenhum comentário sobre a aquisição e a IBM também não se pronunciou sobre o caso.

A Yahoo está processando o Facebook e moveu no início do mês um processo contra a rede social acusando a companhia de violar dez de suas patentes – incluindo licenças de tecnologia para a publicidade on-line.

Um clássico método de defesa entre as empresas acusadas de violar patentes é o de fazer uma “contra ameaça” à acusadora usando suas próprias licenças. Mas a Yahoo possui mais patentes de tecnologia do que o Facebook. Antes da compra das licenças da IBM pela rede social, a Yahoo tinha mais de 3.300 patentes e pedidos de patentes publicados, de acordo documentos do governo dos Estados Unidos.

Ao Facebook foram concedidas 56 patentes e 503 aplicações de patentes até 31 de dezembro do ano passado no país, informou a empresa em um comunicado recente à Securities and Exchange Commission. A maior rede social do mundo está se preparando para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que pode avaliar a empresa em até US$ 100 bilhões e solucionar questões legais é uma urgência para a companhia.

O Facebook também teve 33 patentes e 149 pedidos de patentes registrados em países estrangeiros, de acordo com os documentos do IPO. A empresa com sede em Menlo Park, Califórnia, pretende levantar US$ 5 bilhões com a abertura de capital aguardada por muitos investidores.

- Eles precisam ter mais armas em seu arsenal – disse Thomas Scott, um advogado do Goodwin Procter LLP, em Washington, à Bloomberg.

Não foi revelado o valor pago pelo Facebook pelas centenas de patentes da IBM. Mas, segundo fontes, as empresas de tecnologia que buscam construir portfólios têm pressionado os compradores a pagar preços altos por suas licenças de propriedade intelectual. A Google fechou um acordo para adquirir a Motorola Mobility no ano passado por US$ 12,5 bilhões e disse que o conjunto de patentes foi o principal motivo para realizar a transação.

O acordo entre Google e Motorola ocorreu logo após a Nortel Networks vender cerca de seis mil patentes por US$ 4,5 bilhões a um consórcio liderado pela Apple, depois que a Google desistiu de disputar o pacote.

A transação entre IBM e Facebook foi revelada primeiro pela Bloomberg.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/facebook-compra-750-patentes-da-ibm-para-se-defender-da-yahoo-4387460#ixzz1pt0zDCVA
© 1996 – 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Crédito Globo.com

Redução de custos motiva uso da virtualização no Brasil

0

Os investimentos no processo de Virtualização na área de Tecnologia da Informação (TI) aumentaram cerca de 80% nos últimos três anos, segundo informações da Associação Brasileira de ebusiness (ebusiness Brasil). A organização realizou no início deste ano um levantamento junto a mais de 500 diretores e executivos do setor, e descobriu que a adoção de virtualização tem ganhado mais velocidade desde 2009 e, agora, com o advento da computação em nuvem.

De acordo com a análise, entre as que já utilizam alguma forma de virtualização, 59% aderiram nos últimos três anos, 21% o fizeram há um ano, 17% já utilizam há entre quatro e sete anos e apenas 2% dos executivos afirmaram que suas empresas passaram a investir no processo há mais de sete anos.

Apesar dos números positivos e do buzz em torno da computação em nuvem, é considerável o número de organizações que ainda desconhecem o conceito de cloud computing. De acordo com a pesquisa, uma em cada três empresas ainda não conhece amplamente os conceitos desse modelo computacional e não consegue detectar os ganhos significativos para os negócios.

“Por outro lado as empresas que utilizam a tecnologia defendem a ideia de virtualizar seus servidores, desktops e aplicações, obtendo consequentemente redução de custos e espaço físico, entre outros benefícios”, avalia Henrique Gasperoni, diretor de projetos e operações da ebusiness Brasil.

Talvez por conta desse desconhecimento ainda existente entre os executivos de TI, o principal motivador para adoção de cloud computing continua sendo a redução de custos. De acordo com a pesquisa realizada pela ebusiness Brasil, 44% dos entrevistados assumiram que adoção da cloud computing deve-se exclusivamente à redução de custos.

“Sem dúvida os motivos que impulsionam os executivos a investirem na tecnologia estão ligados diretamente com a redução de custos com manutenção, energia elétrica, espaço físico, entre outras economias”, afirma Gasperoni.

A pesquisa apontou também que, embora a tecnologia esteja sendo adotada por boa parte das empresas, ainda existem barreiras que atrasam a sua adoção – o principal empecilho, citado por 67% dos executivos da área de TI, está relacionado ao investimento inicial necessário.

Gasperoni revela que as empresas de serviços, principalmente do segmento financeiro, são as que mais utilizam a computação em nuvem atualmente. “Entretanto as industrias e o comercio vem aumentando gradativamente os investimentos em virtualizaçao.”

Por fim, o executivo explica que o modelo de nuvem híbrida é o mais adotado pelas organizações. “O motivo da escolha da maior parte dos executivos está ligado diretamente ao fato de existir a flexibilidade em optar por aplicações que possam ser executadas na nuvem pública e outras mais específicas que devem ser realizadas somente na nuvem privada. Além disso, pode-se ligar uma a outra interagindo dados entre as duas de maneira dinâmica e flexível.”

Crédito Convergência Digital

Mercado de software de armazenamento movimenta US$ 14 bi

0

Dados da IDC apontam aumento de 11,6% nas receitas, em 2011, comparado ao ano de 2010. EMC, IBM e Symantec lideram a lista de fornecedores com melhores resultados.

A conjuntura de crise não está afetando todos os setores econômicos de forma igual, nem mesmo no mundo das TIC. A última prova desta dissonância são os resultados da análise da IDC sobre o segmento do software de armazenamento: foi um mercado especialmente dinâmico durante o ano passado, tendo gerado 14 bilhões de dólares em receitas.

Assim, durante o quarto trimestre de 2011 as vendas de software de armazenamento cresceram 10,5%, atingindo 3,8 milhões de dólares. Durante este período verificou-se um importante impulso nos resultados anuais, que crescerem 11,6%, para 14,16 bilhões de dólares. Ainda de acordo com os resultados fornecidos pela consultoria, a EMC, a IBM e a Symantec lideram (nesta ordem) os fornecedores de software de armazenamento que tiveram melhores resultados, com quotas de mercado de 25,7%, 19,8% e 15,4%, respectivamente.

Quatro dos sete mercados de software de armazenamento monitorados pela IDC cresceram a uma taxa de dois dígitos em 2011 e continuam a mostrar forte potencial de crescimento. Estes quatro mercados incluem software de protecção de dados e recuperação, replicação de armazenamento, infra-estrutura de armazenamento, e software de gestão e dispositivos de armazenamento.

“Apesar de ser maduro, o segmento beneficiou em grande parte das dificuldades introduzidas pela virtualização e a obrigação de assegurar um elevado nível de objetivos de pontos de recuperação (RPO) e de tempos de recuperação (RTO) dentro desses ambientes”, disse Eric Sheppard, diretor de pesquisa da IDC.

“O crescimento no segmento de armazenamento continua a ser impulsionado pela adoção de soluções de arquivo baseadas em cloud computing, para enfrentar o crescimento das necessidades de arquivo de dados não estruturados em infraestrutura física e em cloud computing”, explica Marshall Amaldas, analista sénior de investigação, da IDC. Esse segmento, em especial, também registou um forte crescimento, com volumes de negócio até 12% acima do ano anterior.

Crédito ComputerWorld

IBM demite mais de 1000 funcionários nos EUA

0


 

Os cortes aconteceram nesta semana, e mais demissões podem ocorrer, de acordo com associação de funcionários.

A IBM não quis comentar sobre os detalhes das demissões, mas segundo Alliance @ IBM/CWA, que reúne dados diretamente de funcionários da IBM, foram demitidos nesta semana pouco mais de mil funcionários. A aliança mantém uma contagem de cortes por unidades de negócios, a partir de informações dos funcionários demitidos.

Um porta-voz da Aliança não tinha certeza sobre o número total de trabalhadores que perderam seus empregos nessa última rodada de cortes, mas acredita ser pouco mais de mil. Os funcionários são de várias unidades de negócios e locais dos EUA, e quase metade dos funcionários  “é remota ou trabalha de casa”, segundo uma fonte do sindicato.

Em comunicado, um porta-voz da IBM disse que a empresa “está constantemente ajustando sua força de trabalho” e que para a empresa é natural a redução do quadro de funcionários em algumas áreas e a contratação em outras e que essa movimentação está apoiada nas mudanças da tecnologia e na demanda do cliente.

Segundo o comunicado, essa flexibilidade permite que a empresa se mantenha competitiva e relevante em um setor que está mudando constantemente e, “dada a competitividade própria do nosso negócio, nós não discutiremos publicamente os detalhes de nossos planos de pessoal “.

As mudanças da IBM na força de trabalho é uma estratégia global e provocou redução geral no quadro de trabalhadores norte-americanos. A IBM parou de divulgar a sua contagem específica dos EUA, em 2010, seguindo a prática de muitas outras grandes empresas de tecnologia.

Em 2007, a IBM empregava 121 mil pessoas nos EUA. A última divulgação pública da empresa sobre o tamanho da sua força de trabalho nos EUA aconteceu no final de 2009, contabilizando 105 mil trabalhadores. A  Aliança estima agora que a força de trabalho dos EUA totaliza pouco menos de 100 mil.

A IBM fechou 2011 com receita de 106,9 bilhões dólares, registrando aumento de 7%. A empresa emprega cerca de 427 mil pessoas em todo o mundo.

Computerworld (EUA)

HP fabricará nova linha de servidores no Brasil

0

A nova linha de servidores ProLiant Gen 8, anunciada esta semana em Las Vegas (EUA), terá sua fabricação iniciada no Brasil nos próximos meses. A informação foi dada por Denoel Eller, diretor da HP ESSN (Enterprise Servers, Storage & Network) para o Brasil, nesta terça-feira, 14.

O executivo não especificou quando a produção começa, mas afirmou que a comercialização da nova linha no País começa em abril, e que estes já serão equipamentos fabricados no Brasil. Os novos servidores serão produzidos na fábrica de Campinas (SP), com benefícios do PPB (Processo produtivo Básico).

Inicialmente serão fabricadas quatro famílias – DL 360, DL 380, BL 460 e ML 350 – com foco em grandes empresas. “Pelas características dos produtos, imaginamos que ele terá adoção mais rápida em setores que se preocupam com o tempo de parada, como financeiro e telecomunicações”, afirmou Eller, lembrando que, no futuro, a produção deve chegar a famílias de servidores voltados também para pequenas e médias empresas.

O processo de fabricação virá acompanhado de um forte esforço de treinamento por parte das áreas de vendas e de serviços da HP. Isso explica pelo fato de o equipamento apresentar características novas para o mercado. “Nosso desafio neste momento é provar que o que estamos falando é verdade. Teremos que mudar o mindset das áreas de TI”, disse Eller.

Por conta disso, a área comercial iniciou os treinamentos de vendas já no início de fevereiro, quando foram treinadas 260 pessoas entre profissionais da HP e de parceiros de vendas. Eller lembrou que mais 150 profissionais ainda serão treinados na abordagem de vendas dos novos equipamentos.

E o esforço não atinge apenas a área comercial, mas também a área de serviços. Luciano Corsini, country manager da HP TS (Technology Services) no Brasil, disse que cerca de 300 profissionais de sua área, entre externos e internos, deverão ser treinados. “Ao todo, acreditamos que cerca de mil pessoas serão treinadas nos próximos meses”, disse Corsini.

Corsini exemplificou a nova abordagem que deverá ser utilizada pela HP para a venda dos equipamentos. “Como os servidores são energeticamente mais eficientes, colocaremos nas mãos dos CIOs uma ferramenta que permitirá a ele posicionar a área de TI como uma facilitadora de uma nova mensagem institucional de suas empresas”, disse.

A abordagem também deverá ter um forte viés para novos projetos, uma vez que os executivos não acreditam que, neste momento, a nova geração de servidores deva ser utilizada em projetos de renovação de parques. “As primeiras vendas deverão ocorrer para atender novas necessidades dentro de nosso clientes. Não imaginamos este produto sendo trabalhado em nossa base instalado no momento”, concluiu Eller.

[Crédito Convergência Digital]

Emissão de NF-e em SP trava e bloqueia empresas multinacionais Emissão de NF-e em SP trava e bloqueia empresas multinacionais

0

Órgão solicitou endereço IP de servidores internacionais de companhias que processam ERP em outros países. Fisco informa que problema já foi normalizado.

Subsidiárias de multinacionais, que precisam de autorização da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP),  para emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), enfrentaram dificuldade ontem e hoje para acessar os webservices do órgão. Algumas tiveram conexões bloqueadas e precisaram informar o endereço IP de seus servidores internacionais para voltarem a processar o documento fiscal.

Segundo filiais de companhias internacionais ouvidas pela reportagem da COMPUTERWORLD, o sistema de emissão de NF-e no estado de São Paulo travou ontem à tarde (7/2) e ainda permanece com problemas. Entretanto, o órgão garante que a situação já foi normalizada. A justificativa para o bloqueio foi em razão do grande volume de acesso, o que segundo especialistas em segurança, pode ter sido ataque de DoS, que sobrecarrega as redes e deixa os serviços indisponíveis.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Sefaz-SP negou que a rede teria sido atacada por crackers. De acordo com o órgão, a exigência do endereço IP para conexões internacionais foi uma medida de segurança preventiva para controlar as conexões aos webservices.

“Por volta das 15h30 de ontem, nosso ERP, que fica hospedado na Inglaterra, passou a emitir as notas pelo sistema de contingência e teríamos um prazo de 24 horas para informar o IP do nosso servidor”, conta o Fábio Kruse, gerente de TI da JCB Brasil, filial da fabricante britânica de máquinas para construção, que processa uma média de 1,6 mil notas fiscais eletrônicas por mês.

O executivo conta que o link internacional da JCB foi bloqueado, sem nenhum aviso prévio da Sefaz-SP, o que obrigou a mobilizar o seu departamento para tentar descobrir se a suspensão do processamento era por falha na rede ou ERP da companhia. Depois de algumas horas investigando o caso é que ele constatou gerentes de TI que outras companhias estavam enfrentando o mesmo problema.

“A TI ficou de mão atadas sem saber o que estava acontecendo. Quando ligamos para a Sefaz-SP ficamos 20 minutos esperando no help desk para entender o motivo do bloqueio”, relatou o supervisor de TI da ZF Brasil, fabricante de autopeças, que tem ERP hospedado na Alemanha, onde está instalada a matriz.

A Grace, multinacional química, que processa o seu ERP nos Estados Unidos, também teve dificuldade para emitir seus documentos fiscais pela Sefaz-SP. “Tivemos que sair do nosso link internacional e buscar uma solução alternativa para emitirmos nossas NF-es, usando modem 3G”, conta Maurício Panise, analista de TI da filial brasileira.

Os executivos de TI alegam que tiveram dificuldade das matrizes para obter os endereços IP por causa das diferenças de fuso horário e reclamam da Sefaz-SP por ter adotado um procedimento sem nenhum comunicado.

Hoje órgão publicou um aviso em seu site, informado que o sistema de emissão da NF-e estava operando normalmente, mas ainda fazia exigências. “Caso tenham problemas com a emissão de NF-e- através de ACESSO INTERNACIONAL, é NECESSÁRIO informar o endereço IP para liberação através do e-mail nfe_indisponibilidade@fazenda.sp.gov.br. Até o desbloqueio do IP, o contribuinte pode adotar qualquer das modalidades de contingência, inclusive o SCAN, que estará acionado até amanhã (9 de fevereiro) às 8:00hs”.

Crédito ComputerWorld

Conservar energia. Consolidar recursos. Tornar a informação segura e disponível, onde e quando necessário. Com imperativos como esses, temos que ser mais inteligentes sobre como acessar, processar e armazenar dados.

0


 

Isso significa pensar além do computador e para fora dos nossos próprios centros de dados. Pensar a respeito de formas mais inteligentes de lidar com os 15 petabites de novas informações que geramos a cada dia e no colossal aumento no número de dispositivos conectados que utilizamos para trabalhar com esses dados. Dados que são otimizados para as cargas de trabalho notavelmente diversificadas que as empresas, organizações e governos gerenciam.

As vantagens da computação em nuvem – acessar os seus dados e aplicações armazenadas em hardware remoto via internet, em vez de mantê-los todos na sua estação de trabalho local – ainda exigem, para muitos, uma certa ginástica mental. Mas, agora que a estação de trabalho pode ir a qualquer lugar, sob a forma de um smartphone, um despojado notebook ou mesmo uma leitora de e-books, a computação em nuvem é praticamente como se fosse um computador virtual operando em conjunto com um servidor virtual. Se o usuário pode estar em qualquer lugar, o mesmo pode acontecer com a fonte dos dados e aplicações.

A equação da nuvem agrega a flexibilidade para aumentar ou diminuir a largura de banda, como você quiser, à acessibilidade de um serviço pago à medida que você o usa, e diminui itens de hardware, comedores de energia, do seu ambiente local. Inclua-se aí também a segurança e experiência da IBM, que estão presentes em cada um dos principais centros globais de computação em nuvem e em milhares de nuvens empresariais privadas. O resultado: um enfoque instrumentado, interconectado e inteligente a uma computação em nuvem mais inteligente.

Tudo isso se junta no portfólio em nuvem IBM Smart Business (US) que apresenta o primeiro conjunto de serviços e produtos integrados em nuvem voltados para a empresa. O portfólio incorpora sofisticada tecnologia de automação e autosserviço para tarefas tão diversas como desenvolvimento e teste de software, gerenciamento de computadores e dispositivos, e colaboração. As ofertas incluem:

  • IBM Smart Business padronizado e serviços em nuvem privados para o desenvolvimento e teste de produtos de software seguros e escaláveis.
  • Opções de IBM Smart Business Desktop para desktops virtuais
  • Servidor IBM CloudBurst server (US) com armazenamento, virtualização, redes integradas e sistemas de gerenciamento de serviço embutidos.

A hora é agora para uma plataforma projetada para uma computação eficiente e eficaz em amplos espaços abertos… em outras palavras, em todo lugar. Está na hora de pensar em nuvem.

IBM lança mainframe em conceito de smarter computing

0


 

Novo servidor será oferecido com preço agressivo para atingir empresas de médio porte.


A IBM faz hoje o lançamento mundial do z114, um servidor mainframe que custa 25% menos e oferece 25% maior desempenho que seu antecessor, o System z10 BC. A companhia quer vender o produto para governos e empresas de médio porte de países emergentes. A novidade traz o conceito de “Smarter Computing”, que prevê a otimização de recursos e centralização de diversas tecnologias em um único sistema.

“O Smarter Computing significa, basicamente, você gerir os negócios de sua empresa de uma maneira otimizada. O que nós estamos anunciando é a continuação do que a gente chama de zEnterprise, uma arquitetura no qual quebramos o paradigma de discutir com o cliente qual plataforma adotar conforme cada demanda dele. Com o zEnterprise a aplicação que o cliente quer adotar vai rodar otimizada, trazendo muitos benefícios”, informou à Computerworld o gerente de Mainframe da IBM Brasil, Paulo Perini.

O gerente de mainframe da companhia informa que o z114 atende a várias das atuais demandas do mercado. “A máquina roda praticamente qualquer tipo de aplicativo. Você rodar seu BI , seu ERP, sua cloud. O importante é que você vai rodar seu aplicativo de uma forma otimizada”, acrescenta.

Segundo Perini, o z114 permite a consolidação do trabalho de 40 servidores com dois processadores rodando Linux. Para o executivo, a ferramenta é ideal para empresas de médio porte. “O Mainframe permite um crescimento vertical da plataforma, ao contrário da expansão horizontal, na qual há um aumento absurdo de servidores. Você consegue montar tudo de uma maneira virtualizada. Com isso, suporta inúmeras máquinas, podendo colocar vários servidores virtuais, inúmeros aplicativos, sem precisar de contratar uma parafernália de infraestrutura. Aí, você tem ganho de infraestrura, ganho de sofware, contrata menos licença”, diz.

Perini ainda destaca a economia em software, em mão de obra para gerenciar o ambiente e energia eletica. “Aqui no Brasil não há preocupação com preço de energia. Mas vamos passar por isso ainda.”

O z114 utiliza 12% menos energia e ocupa menos espaço físico que 300 sistemas x86. O novo servidor pode consolidar cargas de trabalho de até 60 servidores x86 e tem uma capacidade adicional embutida que permite aos clientes distribuirem cargas de trabalho provenientes de 300 sistemas x86 sem precisar expandir a área do data center ou a complexidade e o custo de gerenciamento de sistemas.

A tecnologia foi projetada para operar em temperatura ambiente, sem a necessidade de condicionamento de ar adicional, e nas condições mais rígidas, como temperaturas de até -34 Co. Também possui mecanismos capazes de reduzir os custos e aumentar o desempenho, como o Integrated Facility for Linux (IFL), que permite a criação e manutenção de um servidor virtual Linux no z114 por menos de US$ 500 por ano.

O produto inclui recursos como suporte a lâminas blades de servidores IBM System x, e executa aplicativos de forma integral para Linux x86 e, no futuro, para Windows.

Além de ser mais barato que seu antecessor, o Z114 custa, segundo a IBM, 74% menos que os servidores concorrentes. “O que é interessante é que esse lançamento mundial tem preço muito agressivo, principalmente no Brasil, pois acreditamos que esse tipo de hardware vai abrir muitas portas para clientes nao usam mainframe”, diz Perini. Por aqui a máquina tem um preço inicial de 520 mil reais e é o mainframe de menor preço da IBM, numa clara estratégia de crescer fortemente não só no Brasil como em outros mercados emergentes.

[via ComputerWorld]

IBM cria memória 100 vezes mais rápida que o Flash

0

A tecnologia deve estar presente em servidores da empresa em 2016; não há previsão para PCs e smartphones.

A tecnologia Phase-Change Memory, uma das novas formas de chips mais rápidos, menores e mais densos destinados a substituir a tecnologia flash, já está em pauta há algum tempo. Agora a IBM avançou ainda mais, tornando a transferência de dados PCM “instantânea” e cem vezes mais rápida que a memória flash.

Os cientistas da empresa em Zurique, Suíça, inventaram a tecnologia enquanto resolviam dois grandes problemas de arquitetura de informação. Os chips PCMs funcionam aplicando cargas elétricas em uma liga especial que pode mudar de formato físico, entre as fases de baixa resistência cristalina e alta resistência amorfa, .

Quando a resistência do chip aumenta, é possível armazenar múltiplos bits de dados, ao invés do único bit que o flash consegue. Combinando isso com uma latência de escrita de 10 microssegundos, o PCM tem um desempenho 100 vezes melhor que a tecnologia anterior.

Entretanto, mudar partes do chip para a fase amorfa cria problemas de aumento de continuidade de resistência, chamado drift de resistência, que leva a erros de leitura. Para combater o problema, a IBM desenvolveu uma técnica avançada código de modulação – um software que pode identificar e corrigir os erros.

A nova memória provavelmente não estará presente em computadores e smartphones por algum tempo, mas a nova geração tecnológica de rápido armazenamento de dados pode estar pronta para servidores em 2016.

[via IDGNOW]

Go to Top